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12 de junho de 2013

Dez conselhos práticos para se viver um Namoro Santo



10. Ouvir os mais experientes. Ouve os conselhos, aceita a instrução: tu serás sábio para o futuro (Pr 19, 20). Claro que vocês não podem dar ouvidos para todos que quiserem dar ‘pitacos’ no relacionamento de vocês, mas com certeza o Senhor mostrará aquelas pessoas sábias, de caminhada, enviados por Ele mesmo para ajuda-los com unção e discernimento. Não é bom não ter ninguém de confiança para ensinar com os critérios bíblicos! Sejamos humildes e dóceis para ouvir as críticas e instruções e buscar sempre melhorar como casal de Deus!

9.    Fugir das tentações. Foge às ocasiões de pecado (Eclo 17, 20). Quanto mais tempo o casal vai convivendo e se conhecendo mutuamente, mais tem condições de perceber o que se torna uma oportunidade de a carne falar mais alto. Pode ser os dois ficarem sozinhos, pode ser um decote mais ousado, talvez algum tipo de dança, ou quem sabe até mesmo certas carícias. Ao detectar o que possa ser pedra de tropeço, retirá-la do caminho de vocês com toda responsabilidade e radicalidade.

8. Trocar a “DR” pelo “DO”. Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão (Pr 18, 13). Ao invés de Discutir a Relação, Dialogue em Oração. Se algo incomoda, não pode ser omitido. Numa relação de Deus, os sentimentos obrigatoriamente viram palavras, tanto os bons quanto os não tão bons assim. Assim como a mentira pode destruir qualquer relação, o diálogo pode salvá-la. Esmerem-se na arte de ouvir e falar, sem segredos, com total franqueza e carinho, colocando-se sempre no lugar do outro. Não é fácil, é um processo que evolui com a intimidade e a cumplicidade ao mesmo tempo em que solidifica a união para o presente e também para o futuro. Por isso deve ser sempre colocado em prática em clima de oração.

7. Valorizar seu namorado/ sua namorada como a si mesmo. Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mc 12, 31). Não abandone sua família, as amizades ou negligencie nenhuma área da vida por causa do namoro. Não se isole, ao invés disso, insira seu(a) namorado(a) em sua vida. Não perca sua identidade nem anule sua personalidade para agradar. Saiba que o parâmetro da reciprocidade no relacionamento do namoro é o amor próprio, de modo que aquele que se anula por causa do outro está garantindo uma relação unilateral na qual seus sonhos, planos e desejos estarão num patamar inferior. Não se trata de um amor de si exacerbado, mas apenas consciente da própria grandiosidade: Deus me considera seu (a) filho (a) e me ama (1 Jo 3,1)! Sou valioso assim como o outro também é, pois a ele Deus também ama. E é na medida dessa verdade que eu posso me amar também, e transbordar esse amor para o outro.

6. Ser Igreja, de preferência juntos. Não relaxeis o vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor (Rm 12, 11). Este item poderia ser redundante em se tratando de uma proposta cristã de relacionamento, entretanto vários casais de Deus conforme vão avançando em seus relacionamentos, seus estudos, carreiras profissionais, tendem a assumir cada vez mais compromissos e, na agitação da vida madura, acabam por ficar sobrecarregados. E, em grande parte das vezes, qual o primeiro item da lista do ativismo que é riscado? Exato: a pastoral, o ministério, a Igreja. E quando nos afastamos da comunidade, é como se fôssemos amputados do corpo ao qual pertencemos, secamos como o ramo arrancado da videira, e consequentemente estaríamos deformando nosso relacionamento que se iniciou fundamentado na rocha. Faz parte do namoro santo incentivar sempre o outro a perseverar na obra de Deus e buscar caminhar juntos no caminho de Deus, já em vistas a uma vida futura em conjunto.

5. Pedir a intercessão de São José. José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa (Mt 1, 24). Para quem busca um namoro santo, São José é o modelo perfeito para o rapaz! Cada detalhe que podemos ver nas entrelinhas do pouco que se fala dele no Evangelho serve de receita precisa de como ser um namorado santo: justo, respeitador, puro, casto, protetor, acolhedor, corajoso, homem de iniciativa, sensível às coisas sobrenaturais, conhecedor da Lei e obediente a Deus. O rapaz deve imitar-lhe as características e ambos devem contar e rogar por sua intercessão.

4. Ter Maria como Mãe. Disse ao discípulo: Eis aí tua mãe (Jo 19, 27). Quem busca um namoro santo não pode prescindir de ter Maria por Mãe de maneira especial, imitando suas virtudes, contando com sua intercessão, orando a ela constantemente. O casal de namorados que reza junto o Rosário coloca como que uma ‘cerca elétrica espiritual’ em seu relacionamento, verdadeiramente protegendo-o de todas as investidas de Satanás. O Diabo investe furiosamente nos casais que buscam um namoro santo, pois destes nascerão famílias santas! Mas Maria é aquela que pisa a cabeça da serpente, e na luta contra o Dragão ela sempre leva a melhor, pela graça de Deus! Ela é canal especial da graça da castidade, da pureza, da humildade, da paz no relacionamento! Ter Maria e José como parâmetro respectivamente para a namorada e para o namorado faz gerar Cristo para os amigos, os familiares, a comunidade, a sociedade, a Igreja.

3. Confissão: pedir perdão e perdoar.  Deus que, em Cristo, reconciliava consigo o mundo, não levando mais em conta os pecados dos homens, pôs em nossos lábios a mensagem da reconciliação. Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus! (2 Cor 5, 19a.20b) Somos todos seres humanos, suscetíveis ao erro, e o remédio para isso é a reconciliação. A Confissão frequente é como uma vacina que age fortalecendo o organismo contra os males externos e as fraquezas internas. Não existe namoro santo sem o Sacramento da Confissão! A Misericórdia do Pai é inesgotável nele e nos provoca, nos desafia a sermos tolerantes também com nosso próximo. A Confissão é escola de perdão para o casal. A falta de perdão entre namorados é uma rachadura que vai se cristalizando em mágoa e termina por trincar e quebrar a relação. Namorar santamente é ter vida de reconciliado, primeiramente com o Senhor, e depois entre si.

2. Eucaristia: se alimentar do Senhor para se transformar Nele. Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo. (Apo 3, 20) Nada há mais sagrado nesta terra que a Sagrada Comunhão, pela qual Jesus cumpre a promessa de estar conosco todos os dias. A Eucaristia é o alimento dos santos! Precisamos desejar estar na Ceia do Senhor adequadamente, com as vestes próprias (Mt 22, 11-14), ou seja, em estado de graça. Quanto mais o casal estiver na presença do Corpo e Sangue do Senhor, comungando-O, adorando-O, mais estará ajustado a Ele! Quanto mais nutridos pelo Pão da Vida o casal estiver, mas Cristo viverá em cada um! Assim o namoro vai se configurando mais e mais ao Evangelho.

1. Buscar a santidade independente do namoro! Vós vos santificareis e sereis santos, porque Eu sou santo (Lv 11, 44). Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito (Mt 5, 48). Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação (1 Ts 4, 3).  Assuma isso para a sua vida: eu sou batizado(a), sou templo do Espírito Santo, eu quero ser santo(a)! Almeje a santidade por si mesmo(a), antes por causa da Palavra do que por qualquer outra coisa. Queira ser santo para agradar ao Pai, para imitar ao Filho, para obedecer ao Espírito Santo que quer conduzir nosso agir. Assim sendo, seu namoro só poderia ser um namoro santo! Não tenha vergonha dessa expressão, não tenha medo de dizer para seu namorado ou namorada: eu quero que a gente tenha um namoro santo! Pois a santidade é a nossa meta de vida individualmente e, óbvio, também junto a pessoa que nós amamos.



Mensagem aos Namorados


ENCONTRO COM OS JOVENS NAMORADOS - XXV CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL Visita Pastoral a Ancona (Itália) Domingo, 11 de setembro de 2011

Queridos namorados!
Estou feliz por concluir esta intensa jornada, cume do Congresso Eucarístico Nacional, encontrando-me convosco, quase desejando confiar a herança deste evento de graça às vossas jovens vidas. A Eucaristia, dom de Cristo para a salvação do mundo, indica e contém o horizonte mais verdadeiro da experiência que estais vivendo: o amor de Cristo enquanto plenitude do amor humano. Agradeço ao Arcebispo de Ancona-Osimo, Dom Edoardo Menichelli, pela sua cordial saudação, e a todos vós por essa vivaz participação; obrigado também pelas perguntas que me tendes dirigido e que eu acolho confiando na presença em meio a nós do Senhor Jesus: Ele somente tem palavras de vida eterna, palavras de vida para vós e para o vosso futuro!
Aquelas que apresentais são interrogações que, no atual contexto social, assumem um peso ainda maior. Gostaria de oferecer-vos algumas orientações para uma resposta. Em certos aspectos, o nosso não é um tempo fácil, sobretudo para vós, jovens. A mesa está preparada com tantas coisas deliciosas, mas, como no episódio evangélico das bodas de Caná, parece que veio a faltar o vinho da festa. Sobretudo a dificuldade de encontrar um trabalho estável estende um véu de incerteza sobre o futuro. Essa condição contribui para adiar a tomada de decisões definitivas, e incide de modo negativo sobre o crescimento da sociedade, que não chega a valorizar plenamente a riqueza das energias, das competências e da criatividade da vossa geração.
Falta o vinho da festa também em uma cultura que tende a prescindir de claros critérios morais: na desorientação, cada um é forçado a mover-se de maneira individual e autônoma, muitas vezes apenas no perímetro do presente. A fragmentação do tecido comunitário reflete-se em um relativismo que mina os valores essenciais; a harmonia de sentimentos, estados de ânimo e de emoções parece mais importante que a partilha de um projeto de vida. Também as escolhas de fundo, portanto, tornam-se frágeis, expostas a uma perene revogabilidade, que muitas vezes é tida como expressão de liberdade, mesmo que assinale, mais que tudo, a carência. Pertence a uma cultura privada do vinho da festa também a aparente exaltação do corpo, que, na realidade, banaliza a sexualidade e tende a fazê-la viver fora de um contexto de comunhão de vida e de amor.
Queridos jovens, não tenhais medo de afrontar esses desafios! Não percais nunca a esperança. Tendes coragem, também nas dificuldades, permanecendo firmes na fé. Estais certos de que, em cada circunstância, sois amados e protegidos pelo amor de Deus, que é a nossa força. Por isso, é importante que o encontro com Ele, sobretudo na oração pessoal e comunitária, seja constante, fiel, exatamente como é o caminho do vosso amor: amar a Deus e sentir que Ele me ama. Nada nos pode separar do amor de Deus! Estejais certos, pois, que também a Igreja vos é próxima, vos sustenta, não cessa de olhar para vós com grande confiança. Ela sabe que tendes sede de valores, aqueles verdadeiros, sobre os quais vale a pena construir a vossa casa! O valor da fé, da fé, da família, das relações humanas, da justiça. Não vos desencorajeis diante das carências que parecem tirar a alegria da mesa da vida. Nas núpcias de Caná, quando vem a faltar o vinho, Maria convidou os servos a dirigir-se a Jesus e deu-lhes uma indicação preciosa: "Fazei o que ele vos disser" (Jo 2,5). Tenhais como um tesouro a essas palavras, as últimas de Maria reportadas no Evangelho, quase o seu testamento espiritual, e tereis sempre a alegria da festa: Jesus é o vinho da festa!
Como namorados, vos encontrais a viver uma época única, que abre à maravilha do encontro e faz descobrir a beleza de existir e de ser preciosos para alguém, de poder-vos dizer reciprocamente: tu és importante para mim. Vivais com intensidade, gradualidade e verdade esse caminho. Não renuncieis a perseguir um ideal alto de amor, reflexo e testemunho do amor de Deus! Mas, como viver essa fase da vossa vida, testemunhar o amor na comunidade? Gostaria de dizer-vos, antes de tudo, que eviteis vos trancar em relacionamentos íntimos, falsamente tranquilizadores; façais, mais que tudo, que a vossa relação torne-se levedo de uma presença ativa e responsável na comunidade. Não esqueçais, pois, que, para ser autêntico, também o amor exige um caminho de amadurecimento: a partir da atração da inicial e do "sentir-se bem" com o outro, educai-vos a "querer bem" ao outro. O amor vive de gratuidade, de sacrifício de si, de perdão e de respeito pelo outro.
Queridos amigos, cada amor humano é sinal do Amor eterno que nos criou, e cuja graça santifica a escolha de um homem e de uma mulher em dar-se reciprocamente a vida no matrimônio. Vivais esse tempo do namoro na expectativa confiante de tal dom, que é acolhido percorrendo uma estrada de consciência, de respeito, de atenções que não deveis nunca ferir: somente nessa condição a linguagem do amor permanecerá significativa também ao passar dos anos. Educai-vos, pois, desde agora à liberdade da fidelidade, que leva a se proteger reciprocamente, até viver um pelo outro. Preparai-vos para escolher com convicção o "para sempre" que conota o amor: a indissolubilidade, antes que condição, é dom a ser desejado, pedido e vivido, para além de todas as mutáveis situações humanas. E não pensais, segundo uma mentalidade difusa, que a convivência seja garantia para o futuro. Queimar as etapas leva a "queimar" o amor, que, ao contrário, tem necessidade de respeitar os tempos e a gradualidade nas expressões; tem necessidade de dar espaço a Cristo, que é capaz de tornar um amor humano fiel, feliz e indissolúvel. A fidelidade e a continuidade do vosso querer-vos bem vos tornarão capazes também de ser abertos à vida, de serem pais: a estabilidade da vossa união no Sacramento do Matrimônio permitirá aos filhos que Deus desejar vos dar crescer confiantes na bondade da vida. Fidelidade, indissolubilidade e transmissão da vida são os pilares de cada família, verdadeiro bem comum, patrimônio precioso para toda a sociedade. Desde agora, fundai sobre tudo isso o vosso caminho rumo ao matrimônio e testemunhai-o também aos vossos coetâneos: é um serviço precioso! Sejais gratos a quantos, com compromisso, competência e disponibilidade vos acompanham na formação: são sinal da atenção e do cuidado que a comunidade cristã vos reserva. Não sejais sós: busqueis e acolheis por primeiro a companhia da Igreja.
Gostaria de voltar ainda sobre um ponto essencial: a experiência do amor tem no seu interior a tensão rumo a Deus. O verdadeiro amor promete o infinito! Fazei, portanto, deste vosso tempo de preparação ao matrimônio um itinerário de fé: redescubrais para a vossa vida de casal a centralidade de Jesus Cristo e do caminhar na Igreja. Maria ensina-nos que o bem de cada um depende do escutar com docilidade a palavra do Filho. Em quem se confia n'Ele, a água da vida cotidiana transforma-se no vinho de um amor que torna boa, bela e fecunda a vida. Caná, de fato, é anúncio e antecipação do dom do vinho novo da Eucaristia, sacrifício e banquete no qual o Senhor nos alcança, renova e transforma. Não firais a importância vital desse encontro: a assembleia litúrgica dominical vos encontre plenamente participantes; da Eucaristia brota o sentido cristão da existência e um novo modo de viver (cf. Exort. ap. postsin.Sacramentum caritatis , 72-73). Não tenhais, então, medo de assumir a comprometedora responsabilidade da escolha conjugal; não temais em entrar neste "grande mistério", no qual duas pessoas tornam-se uma só carne (cf.Ef 5,31-32).
Caríssimos jovens, confio-vos à proteção de São José e de Maria Santíssima; seguindo o convite da Virgem Mãe – "Fazei o que ele vos disser" – não vos faltará o sabor da verdadeira festa e sabereis levar o "vinho" melhor, aquele que Cristo dá para a Igreja e para o mundo. Gostaria de dizer-vos que também eu sou próximo a vós e a todos aqueles que, como vós, vivem esse maravilhoso caminho do amor. Abençoo-vos de todo o coração!
Papa Bento XVI 


(Fonte: Canção Nova)

2 de março de 2013

Unidos, Oremos pelo Conclave também na internet: saiba como


Hoje inicio cantando com o queridíssimo e fofo Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova:
 "Como é linda a nossa família! 
Como é linda a nossa família! 
Como é lindo viver assim!"

Estamos vivenciando o período de Sé Vacante em nossa Igreja e eu concordei com o Padre Jonas quando chamou a atenção para o aspecto negativo dos pessimismos e das especulações a respeito da eleição do sucessor de Bento XVI: "Não é tempo de temor nem de especulação, é tempo de oração"! (Leia mais aqui: http://migre.me/duIDt)

O Conclave está em vias de acontecer e nossa postura enquanto fiéis católicos, filhos da Igreja, é de nos comprometermos com nossas ORAÇÕES! Somos família, e como é linda a nossa família! Unamo-nos pelos laços espirituais neste Ano da Fé ao nossos irmãos, os Cardeais, e roguemos a Deus que continue a conduzir a Barca da Igreja!
E para isso, minha dica de hoje é o site Unidos ao Conclave, uma iniciativa de jovens brazucas direcionada aos jovens do mundo inteiro e com o objetivo de interceder pelo Conclave, disponível em português, espanhol e inglês. Como funcionaria essa intercessão? Oferecendo "ramalhetes espirituais" de orações e práticas piedosas para algum cardeal escolhido aleatoriamente (ou melhor, providencialmente!) que participará do Conclave. Fazendo um cadastro super simples (somente nome, país, email, senha e idade, menos de 2 minutinhos) você recebe um cardeal para o qual irá interceder. Clicando no ícone no lado superior direito da tela, aparece o seu ramalhete espiritual com várias opções de belas e fecundas práticas para ornamentá-lo: Missas, Pai Nossos, Ave Marias, Angelus, Terços, Vias Sacras, Adorações (horas), Jejuns (dias) e sacrifícios. Tudo com os seus respectivos campos para que você possa preencher, contabilizar e ir atualizando. Não é o máximo!? Além de tudo, que dica quente para a vivência quaresmal, heim? heim? :)

Em plena campanha da Fraternidade voltada para a Juventude em nosso país, muitos jovens dedicam sua criatividade de maneira proativa em favor da Igreja, com certeza inspirados pelo Espírito Santo, e fazem a obra acontecer! A Agência de notícias católicas Zenit, de Roma, elogiou a iniciativa    afirmando que a ação "destaca a jovialidade da Igreja no ano em que se celebra a 27ª JMJ no Rio de Janeiro" (aqui http://migre.me/duKu8). 

Louvado seja Deus! Canto de novo: "Como é linda a nossa família!..."

O Site já contava com mais de 12 mil acesso em 1º de Março de 2013 e você não pode ficar de fora dessa! Além de interceder com muito amor pelos nossos caros cardeais brasileiros presentes no Conclave (Dom João Brás, Dom Cláudio Hummes, Dom Raymundo Damasceno, Dom Geraldo Magela e Dom Odilo Scherer), acesse já e "adote" mais um cardeal! Eu já adotei o meu, Vossa Eminência Reverendíssima o Cardeal polonês Zenon Grocholewsk. Ele era o Prefeito da Congregação para a Educação Católica no pontificado de Bento XVI, e foi criado e proclamado cardeal pelo Papa João Paulo II no consistório de 21 de fevereiro de 2001. E apesar de não saber pronunciar seu nome direito, já comecei e reunir as mais bonitas flores dentro das minhas possibilidades para oferecer a Deus nosso Pai em seu nome, com muito amor, nesse ramalhete espiritual, sempre na companhia da minha Mãezinha Aparecida!    



8 de fevereiro de 2013

Redescobrir e Fortalecer nossa amizade com Cristo


Discurso do Papa ao Pontifício Conselho da Cultura 


Audiência com os participantes da plenária do Pontifício Conselho da Cultura - 
"As culturas juvenis emergentes"
Sala Clementina do Palácio Apostólico
Quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Queridos amigos,

Tenho o prazer de encontrar-vos na abertura da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho da Cultura, durante a qual vocês irão se concentrar na compreensão e aprofundamento, a partir de diferentes perspectivas, nas “culturas juvenis emergentes”. Eu cordialmente cumprimento o Presidente, Cardeal Gianfranco Ravasi, e agradeço a ele pelas gentis palavras a mim dirigidas em nome de todos vós. Eu cumprimento os Membros, os Consultores e todos os Colaboradores do Discatério, na esperança de que seu trabalho seja frutífero e dê uma útil contribuição para o trabalho da Igreja em relação à realidade juvenil; uma realidade complexa, como foi dito, e uma das que não pode ser entendida dentro do contexto de um universo culturalmente homogêneo, mas em um horizonte que pode ser definido como “multiverso”, que é determinado por uma pluralidade de visões, perspectivas e estratégias. Portanto, é apropriado falar de “culturas jovens”, uma vez que os elementos que distinguem e diferenciam os fenômenos e as áreas culturais prevalecem sobre aqueles que, em vez disso, eles têm em comum. Vários fatores de fato estão contribuindo para traçar uma paisagem cultural cada vez mais fragmentada, em constante e rápida evolução, para a qual não são estranhas as mídias sociais, as novas ferramentas de comunicação, que facilitam e, por vezes, são a própria causa de contínuas e rápidas mudanças na mentalidade, costumes, comportamento.

Existe, portanto, um clima de instabilidade que toca a esfera cultural, bem como a política  e econômica- esta último também marcada por dificuldades dos jovens em encontrar um emprego – afetando as pessoas principalmente em um nível psicológico e relacional. A incerteza e fragilidade que caracterizam tantos jovens frequentemente os empurra para as margens, tornando-os quase invisíveis e ausentes nos processos culturais e históricos das sociedades. E cada vez mais frequentemente fragilidade e marginalidade resultam no fenômenos da dependência das drogas, desvio e violência. As esferas sentimental e emocional, a esfera dos sentimentos, bem como a esfera corporal, são fortemente afetadas por este clima e tempestades culturais que se seguem expressas, por exemplo, em fenômenos aparentemente contraditórios, como o espetáculo da vida íntima e pessoal e relacionamentos íntimos e o foco individualista e narcisista sobre as necessidades e interesses pessoais. A dimensão religiosa, a experiência de fé e de membros na Igreja são muitas vezes vistas em uma perspectiva privada e emocional. 

Todavia, há fenômenos decididamente positivos. A generosidade e coragem de tantos jovens voluntários que dedicam seus melhores esforços para o outro necessitado, a sincera e profunda experiência de fé de tantos jovens garotos e garotas que alegremente dão testemunho da sua participação nos esforços da Igreja para construir, em muitas partes do mundo, sociedades capazes de respeitar a liberdade e a dignidade de todos, começando com os pequenos e mais indefesos. Tudo isso nos conforta e nos ajuda a desenhar uma imagem mais precisa e objetiva das culturas juvenis.  Nós não podemos, no entanto, nos contentar com uma visão dos fenômenos da cultura juvenil ditada por paradigmas estabelecidos, que tornaram-se clichês, analisá-los com métodos que não são mais úteis, com ultrapassadas e inadequadas categorias culturais. 

Nós estamos, afinal, diante de uma realidade extremamente complexa, mas fascinante, que precisa ser bem entendida e amada com um grande espírito de empatia, cuja linha de fundo e desenvolvimento nós devemos compreender cuidadosamente. Olhando, por exemplo, para os jovens em muitos países do chamado “Terceiro Mundo”, nós percebemos que eles representam, com suas culturas e necessidades, um desafio para a sociedade de consumo global, para a cultura de privilégios estabelecidos, que beneficia um pequeno grupo da população do mundo ocidental. As culturas juvenis, como um resultado, “emergem” no sentido de que exibem uma profunda necessidade, um pedido de socorro ou mesmo uma “provocação” que não pode ser ignorada ou negligenciada, seja pela sociedade civil ou pela comunidade eclesiástica. Eu tenho frequentemente expressado, por exemplo, minha preocupação e a de toda a Igreja com a chamada “emergência educativa”, que certamente é uma dentre outras “emergências” que afetam diferentes dimensões da pessoa e relações fundamentais e que não podem ser respondidas de forma evasiva e banal. Penso, por exemplo, nas dificuldades crescentes no campo de trabalho ou o esforço que é necessário para permanecer fiéis às responsabilidades que assumimos ao longo do tempo. Um empobrecimento, não somente econômico e social, mas também humano e espiritual poderia seguir, para o futuro do mundo e de toda a humanidade: se os jovens não mais têm esperança, se eles não mais progridem, se eles não mais se inserem em dinâmicas históricas com a sua energia, sua vitalidade, suas habilidades para antecipar o futuro, nós encontraríamos uma humanidade voltada para si mesma, sem confiança e uma perspectiva positiva para o futuro. 

Apesar de estarmos conscientes de muitas situações problemáticas, que também afetam a área da fé e os membros da Igreja, nós renovamos a nossa fé nos jovens, para reafirmar que a Igreja vê sua condição, sua cultura, como um essencial e inevitável ponto de referência para seu trabalho pastoral. Por esta razão, eu gostaria de retomar algumas significantes passagens da Mensagem que o Concílio Vaticano II dirigiu aos jovens, como base para reflexão e inspiração para as novas gerações. Primeiro foi dito: “A Igreja olha para vocês com confiança e amor ... Ela possui o que constitui a força e o encanto da juventude, isto é, a habilidade de alegrar-se com o que está para começar, para doar-se sem reservas, para renovar a si mesmo e partir para novas conquistas”. O Venerável Paulo VI dirigiu este apelo para os jovens do mundo “é em nome desse Deus e de Seu Filho, Jesus, que nós exortamos vocês a abrir seus corações para as dimensões do mundo, a escutar o apelo de seus irmãos, a colocar a sua energia juvenil a seu serviço. Lutem contra todo egoísmo. Recusem-se a dar livre curso aos instintos de violência e ódio que geram guerras e todo seu cortejo de misérias. Sejam generosos, puros, respeitosos e sinceros, e construam com entusiasmo um mundo melhor do que os seus antepassados tiveram”. 

Eu também quero reafirmá-lo com força: a Igreja tem confiança nos jovens, ela espera neles e em suas energias, ela precisa deles e da sua vitalidade, para continuar a viver a missão confiada por Cristo com renovado entusiasmo. Espero sinceramente, portanto, que o Ano da Fé seja, mesmo para as jovens gerações, uma preciosa oportunidade para redescobrir e fortalecer nossa amizade com Cristo, que  traz alegria e entusiasmo para transformar profundamente culturas e sociedade. 

Queridos amigos, obrigado pelos esforços que vocês generosamente colocam a serviço da Igreja, e pela sua especial atenção para com os jovens, sobre vós eu cordialmente concedo minha Benção Apostólica. 


Fonte: 
http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288632

23 de outubro de 2011

Retiro da Crisma na Mãe Peregrina


27/03/2011 - Ontem pela manhã fui fazer uma palestra sobre Castidade num retiro de Crisma, nos Santuário da Mãe Peregrina em Sobradinho. O retiro estava muito bem organizado e fiquei impressionada com a quantidade de jovens que estavam participando: uma multidão! Eu já havia preparado um estudo sobre o tema durante a semana e, na noite anterior, quando todos estavam dormindo e a minha casa estava naquele clima de capela, eu me preparei para sentar e fazer um esquema do que considerava mais importante ser dito para àqueles jovens. Perguntava ao Senhor: "Sim, Deus, tenho aqui esse monte de informação sobre esse tema, mas o que aqueles jovens estão precisando ouvir de Ti?" E quando me encaminhava para o caderno, ia desligar a televisão (que estava ligada na TV Canção Nova) mas vi que ia começar uma palestra do Monsenhor Jonas Abib exatamente sobre sexualidade. Ouvindo a palestra e continuando em oração, ia bebendo da unção que saia da boca daquele bom velhinho que eu tanto amo e percebendo que o Senhor me encaminhava para ser tão sincera quanto ele com aqueles jovens. Ia me lembrando de que quando eu era jovem e estava no lugar deles, ou seja, estava sentadinha ouvindo e sendo instruida sobre castidade, as palestras do Monsenhor Jonas tinham mudado minha visão de mundo, tinham mudado minha vida, minha história. Aquela maneira dele de falar tão diretamente me chocava um pouco, mas tocava fundo na minha alma. Eu sentia que ele me tratava como adulta e não como criança. E assim eu me sentia respeitada enquanto jovem.  Não deu outra. Assumi a mesma postura do Monsenhor e fui franca, direta, super sincera na minha palestra. Expliquei àqueles jovens que eu ia tratá-los como adultos, e não como crianças ao sabor das ondas (Ef 4, 14) pois eles eram fortes, capacitados para vencer até o Maligno (1 Jo 2, 13b.14b). Me expus com meu testemunho de luta pela castidade na juventude, com todas os tropeços e quedas mas também com todo esforço nesse combate e implorei a Deus que essa obejtividade, essas palavras sem rodeios, possam ter tocado o coração daqueles jovens. E eu tenho confiança em Deus que sim, que Ele realizou uma obra maravilhosa naqueles corações assim como um dia realizou no meu. E ainda fiquei refletindo sobre como a obra de Deus na Igreja é maravilhosa: um dia estava eu ali, sentada, ouvindo, aprendendo sobre a vontade de Deus sobre minha santificação pessoal, e hoje em dia Deus me dá a graça de ser eu mesma essa canal para outros jovens. Eu amo a vida de Igreja! 

20 de outubro de 2011

Querido jovem, Deus não te criou para ser descartável!

Bom, querido Jovem, vamos ver...
O que eu poderia te falar nessa partilha?
Acho que em primeiríssimo lugar, a verdade, né?
A primeira e irrefutável verdade é uma só: Deus te ama e tem cuidado de você, mesmo que você não veja, não perceba, não sinta, não entenda e até mesmo não aceite, não receba esse amor. Ele ama! Agora vemos em parte, como num espelho, confusamente, mas chegará o dia em que veremos face a face (1 Cor 13, 12). 

Tenho certeza plena, 100% de certeza que Ele sofre com seu sofrimento, pois não é essa vida que Ele quer te dá, não é uma vida de dores que Ele sonhou pra você.  Não tenho a menor dúvida que Deus conhece suas lutas, seus passos! 
O Catecismo diz que Deus, ao criar o homem, colocou em seu coração o desejo de ter Deus, de ser de Deus, e o homem só será feliz quando viver isso: 
"O desejo de Deus está inscrito no coração do homem, já que o homem é criado por Deus e para Deus; e Deus não cessa de atrair o homem a si, e somente em Deus o homem há de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar." (CIC pár. 27)


O Beato João Paulo II afirma no parágrafo 9 da Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte (2000, Ano do Jubilieu) que a "Juventude, não obstante possíveis ambiguidades, sente um anseio profundo daqueles valores autênticos que têm em Cristo a sua plenitude" e que "se Cristo lhes for apresentado com o seu verdadeiro rosto, os Jovens reconhecem-No como resposta convincente e conseguem acolher a sua mensagem, mesmo se exigente e marcada pela Cruz." 

Ora, o verdadeiro rosto de Cristo, meu caro Jovem, é simplesmente Verdade! E já que 1 Jo 2, 13.14 afirma que você é forte, e que é capacitado para vencer o Maligno, acho que você pode aguentar uma boa dose de Verdade!
Assim sendo, eu preciso ser sincera com você.

21 de junho de 2011

O QUE É SER IMAGO DEI?



A expressão Imago Dei vem do latim e significa “imagem de Deus”.
Em Gn 1, 27 a Palavra de Deus afirma que “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.”

Mas o ser humano, criado e amado por Deus, experimentou o mal, pecou, se afastou de seu criador e deformou em si essa imagem perfeita.

Então, na plenitude dos tempos, este mesmo Deus criador quis restaurar esta imagem divina em sua criação. O evangelho de João, cap. 1, vs 1 à 3  atesta isso: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. Dando um corpo vivo à sua própria Voz (seu próprio Verbo), Ele veio. No ventre de uma jovem, se encarnou. 

Tendo vivido nesta terra como criatura e em nada se utilizando de sua condição divina como nos explica São Paulo em sua carta aos Filipenses, cap. 2, vs. 6-7, Ele restaurou a antiga imagem decaída do ser humano. Não mais uma imagem deformada pelo pecado, mas de novo uma imagem igual à imagem de Deus, como no princípio. Ele conseguiu! Quem o via, era a mesma coisa de ver o Pai Criador. No evangelho de João, cap. 14, vs. 9 Ele pôde dizer com verdade: “Quem me vê, vê o Pai”. 

E nos tempos que vivemos hoje, por causa de Sua Vida, Morte e Ressurreição, é possível para nós, seres humanos, criaturas de Deus, sermos de novo Imago Dei e mais que isso: sermos também filhos amados. João diz em seu evangelho, cap. 1, vs, 12: a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Como? Sendo um imitador desse Jesus como nos sugere São Paulo em sua 1ª Carta aos Coríntios, cap. 11, vs. 1: “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo”. Foi possível para São Paulo e para vários homens e mulheres na história da humanidade, e é possível para nós, reunidos hoje na Igreja!

Na prática, ser Imago Dei é possível pois Jesus prometeu isso no Evangelho de João, cap. 14, no v. 12 e no v. 26: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. E o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas.” Em nossa vida concreta, somos Imago Dei quando nos abrimos à ação do Espírito de nosso Pai Criador, de nosso Salvador Jesus e permitimos que esse Espírito divino nos leve a buscar viver a vida de Jesus, ter as opiniões que Ele tinha sobre as coisas, copiar Seus comportamentos e atitudes, mudar nossos passos quando eles nos levam a uma imagem diferente da que o Senhor destinou para nós. 

Diz o ditado: “filho de peixe, peixinho é!” João diz em sua 1ª carta, no capítulo 4, versículo 8 que “Deus é amor”. Assim sendo, está em nossa essência ser “amor”! Se filho de peixe, peixinho é, filho do Amor: “amorzinho é”! Isso é ser verdadeiramente imagem Dele, imagem de amor no mundo, Imago Dei!

Amor pelo Imago Dei

Texto que testemunha o meu amor pelo grupo jovem que me trouxe de volta para o seio da minha mãe, a igreja católica.

Quando os relacionamentos em minha vida eram solidão e falsidade, no IMAGO DEI eu encontrei a verdadeira Amizade.

Quando eu precisei de ajuda nos momentos de tristeza e dificuldades, no IMAGO DEI encontrei o Apoio que me fez seguir em frente, lutar e vencer.

Quando eu senti necessidade de uma boa festa e uma diversão saudável para me revigorar da correria e do cansaço, no IMAGO DEI eu vivi as melhores baladas e aventuras de minha vida, a Alegria verdadeira.

Quando muitas vezes na minha própria casa eu me sentia rejeitada, excluída, incompreendida, no IMAGO DEI eu encontrei uma autêntica Família

E quando a minha família precisou de mais Deus dentro dela, no IMAGO DEI eu encontrei a Espiritualidade que nos ajudou a nos unirmos mais.

Quando meus passos me conduziam por estradas de trevas e infelicidade, no IMAGO DEI eu conheci o genuíno e único Caminho.

Quando em minha vida minhas crenças estavam embaçadas pelo desconhecimento e pela ignorância, no IMAGO DEI eu tive contato com a Verdade.

Quando muitas vezes, nos meus momentos mais sombrios, eu me perguntei o porquê de tentar continuar lutando para não entregar os pontos, para não desistir de viver, no IMAGO DEI conheci o que é a verdadeira Vida, vida plena e em abundância.

No IMAGO DEI eu encontrei a Jesus Cristo, Caminho Verdade e Vida, e entendi que qualquer tempo que passamos na presença do Senhor, seja ele 20 anos de caminhada no grupo ou mesmo dois dias de vivência de Encontro, vale mais do que uma vida inteira longe Dele. Enfim, eu aprendi que é impossível passar pelo grupo IMAGO DEI e não amá-lo enternamente!