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15 de abril de 2015

Terço da Libertação


Na oração do Terço da Libertação, clamamos como o cego de Jericó (Lc 18, 35-43) para que o Senhor tenha piedade de cada um de nós e daqueles por quem intercedemos.

Clamamos como o leproso (Mc 1, 40-42) afirmado nossa fé de que Ele tem o poder de nos curar e que por isso cremos e pedimos.

Clamamos como os discípulos em meio às tempestades de nossas vidas: "Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!" (Mt 8, 25)

Clamamos que nos liberte pois cremos que Ele é Aquele que veio por em liberdade os cativos (Lc 4, 18).

E para os que não compreendem essa maneira de oração, explicamos que não se trata de vãs repetições posto que são repetições amorosas, cheias de fé e de insistência, obedecendo a Palavra que nos ensina orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo (Lc 18, 1); orar sem cessar (1 Tes 5, 17).
O Livro Terço da Libertação de Regis e Maïsa Castro é recorde de vendas pela Ed. Raboni e contém inúmeros testemunhos maravilhosos de graças alcançadas por meio dessa prática devocional.



Passo a Passo do Terço da Libertação

1º Passo - Creio em Deus Pai

2º Passo - Nas contas maiores, onde geralmente é o Pai Nosso:

Se Jesus me libertar, serei verdadeiramente livre!

(Ou “Se Jesus nos libertar, nós seremos verdadeiramente livres!” e ainda “Se a oração for para outra pessoa diga: “Se Jesus libertar "nome da pessoa", ele/ela será verdadeiramente livre!”).

3º Passo - Nas contas menores, onde geralmente é a Ave Maria:

Jesus tem piedade de mim! Jesus cura-me! Jesus salva-me! Jesus liberta-me!

(Ou “Jesus tem piedade de nós! Jesus cura-nos! Jesus salva-nos! Jesus liberta-nos!” E ainda se a oração for para outra pessoa diga o nome dela “Jesus tende piedade de "nome da pessoa"!, etc).

4º Passo - Finalize o terço com a oração Salve, Rainha.

8 de abril de 2013

Oração na enfermidade




O Catecismo da Igreja Católica explica em seu parágrafo 1508 sobre cura e doença:

O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura para manifestar a força da graça do ressuscitado. Todavia, mesmo as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças. Por isso, São Paulo deve aprender do Senhor que "basta-te a minha graça, pois é na fraqueza que minha força manifesta todo o seu poder" (2Cor 12,9), e que os sofrimentos que temos de suportar podem ter como sentido "completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo por seu corpo, que é a Igreja" (Cl 1,24).

Jesus disse: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida plena” (Jo 10,10). A Palavra ensina (Mt 8, 17) que a profecia de Isaías 53, 4 que diz “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e carregou nossas doenças” se aplica a Jesus. Ainda assim Jesus não curou (e não cura) todos os doentes. O Catecismo, nos parágrafos 1505-1506, esclarece ainda:

Suas curas eram sinais da vinda do Reino de Deus. Anunciavam uma cura mais radical: a vitória sobre o pecado e a morte por sua Páscoa. Na cruz, Cristo tomou sobre si todo o peso do mal e tirou o "pecado do mundo" (Jo 1,29). A enfermidade não é mais do que uma conseqüência do pecado. Por sua paixão e morte na cruz, Cristo deu um novo sentido ao sofrimento, que doravante pode configurar-nos com Ele e unir-nos à sua paixão redentora. Cristo convida seus discípulos a segui-lo, tomando cada um sua cruz. Seguindo-o, adquirem uma nova visão da doença e dos doentes.

Essa configuração do doente e de Cristo é tão radical que em Mt 25, 36. 39-40 Jesus afirma que o que fizermos a um enfermo, estaremos fazendo a Ele próprio. Acho que Deus “sabe o que faz” quando permite que experimentemos em nossa história os dois lados: o do doente e o do que cuida/convive com um doente. 

Uma vez um médico me esclareceu em tom de brincadeira, mas baseado na sua experiência profissional, parafraseando Euclides da Cunha (que escreveu a célebre frase “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”): “O doente é, antes de tudo, um chato.”

11 de março de 2013

Oração de Libertação da Família




"Disse-lhe JESUS: Hoje entrou a salvação nesta casa; porquanto este também é filho de Abraão. Pois o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido." Lc 19,9-10

Senhor do mesmo modo como visitaste a casa de Zaqueu, visita a minha casa! (Se desejar, acrescente: assim como também a casa de...)

Disseste: "Hoje a salvação entrou nesta casa". Com estas palavras eu te peço: levanta de minha casa e família todo espírito de falta de amor, ódio, rancor, brigas, rixas, mágoas...

Se por trás destes sentimentos maus estiver alguma contaminação maligna, que se desfaça todo mal e venha a tua paz. Pelo nome santo de Jesus, eu clamo!

Eu te entrego de modo especial este parente com quem tenho esta dificuldade... (Se você tiver a fotografia desta pessoa perto pegue-a olhe ara ela e diga:) Abençoa... (fale o nome) em tudo o que ele necessita para ser feliz e liberta-me de todo mau sentimento em relação... (entregue também a dificuldade com parentes falecidos se talvez ficou alguma mágoa do passado).

Cerca com a tua luz, alegria e proteção a cada membro da minha família (vá lembrando teus familiares, nomeando um a um, imaginando-os sendo inundados por um banho de luz, de amor, de paz...)

Peço pelos meus parentes dominados por algum espírito de vício (tóxico, álcool...): liberta-os da sua escravidão.

Também quero te entregar os meus parentes falecidos, dai-lhes o descanso eterno e brilhe para eles a vossa misericórdia que purifica!

(Muitas vezes ficamos "amarrados" porque não fazemos esta entrega: entristecemos a Deus e não damos o descanso ao nosso ente falecido.)

Senhor eu te agradeço, pois creio que estás visitando minha família e minha casa com a tua bênção.

Creio que tudo isto está acontecendo em nome de Jesus Cristo, no poder do Espírito Santo, pela intercessão Virgem Maria, Aquela que pisa a cabeça da serpente!


Reze a Oração a São Miguel Arcanjo e a Oração de São Bento.

(Pegue um pouco de água benta e, fazendo o sinal da cruz, vá jogando nas fotografias e pelos comodos de sua casa. Enquanto joga, pode ir rezando o Creio e Aves-Marias. A água benta é um sacramental, devemos usá-la com fé Naquele que lhe dispensou a bênção, o Senhor!)

25 de janeiro de 2013

Breve meditação: "No casamento, ame!"




Recebi esse texto hoje de uma amiga “fofa” e sempre presente em minha vida, intercessora e que frequentemente é para mim, no dizer do Pe. Fábio de Melo, como uma “via por onde o Sagrado me visita”. O nome do texto é “No casamento, ame”, e o autor é o Márcio Mendes, missionário da Comunidade Canção Nova. Disponibilizo o texto na íntegra no link ao final da postagem, mas gostaria de deixar umas impressões pessoais, algumas análises a partir das inspirações do autor. Os trechos em destaque foram copiados do texto; em seguida, as minhas reflexões. Vamos meditar um pouco em alguns mistérios do Sacramento do Matrimônio!

“Quando um homem e uma mulher se unem diante de Deus para formar uma família, seu relacionamento se transforma num instrumento de cura um para o outro.”

O Magistério ensina que os sacramentos da Reconciliação e Unção dos Enfermos são verdadeiramente sacramentos de cura e quando o sacerdote os ministra, Deus age curando (CIC § 1421-1421). A vida dos santos é repleta de testemunhos de curas milagrosas destes que, levando a sério o seguimento de Cristo, realizaram de fato as mesmas obras Dele, e ainda maiores (Jo 14, 12). Na RCC e em outros movimentos abertos aos carismas, quantas vezes vimos os prodígios do Senhor por meio da efusão do Espírito Santo realizando curas, tanto interiores, emocionais, psicológicas, como também físicas! Quando li esse trecho, me identifiquei totalmente e louvei muito a Deus pela graça do matrimônio em minha vida por inúmeras bênçãos, mas especificamente por ser também um sacramento de cura para mim, meu marido, nossa família. Tenho plena certeza que sou ministra de cura no exercício da minha vocação para o meu marido assim como ele é para mim. Percebo que este é um carisma que floresce naturalmente no contexto familiar. Eu não sou perfeita, preciso ainda de muita cura e libertação em diferentes áreas da minha vida e ninguém sabe mais disso do que o meu marido Juliano. Ele também já experimentou situações difíceis na vida que deixaram vazios e cicatrizes. Quantas e quantas vezes o Espírito agiu em minha vida através do Ju, seja revelando minhas deficiências, denunciando meus erros, exigindo uma atitude digna e respeitosa na relação ou no extremo oposto, sendo presença amorosa que compreende e acolhe, sendo o amigo que perdoa sempre e nunca desiste e até sendo um canal de alegria e paz por meio de um bom humor e cumplicidade que só a intimidade pode proporcionar. Quando estou me sentindo mal, indisposta ou doente mesmo, eu sempre tenho muita confiança em pedir ao Juliano que imponha as mãos sobre mim e clame ao Senhor. E eu testemunho aqui, para a honra e glória do Senhor Jesus, que por inúmeras vezes Ele agiu em meu benefício através do meu marido. Em necessidades mais graves ou nas dores de cabeça cotidianas, o Senhor me aliviou, se utilizando desse ministério do meu esposo. Isso é real. Os casais, se soubessem a riqueza que é viver isso, tomariam logo posse desse carisma em seu matrimônio sem escrúpulos, falsas modéstias ou descrença, e se colocariam como servos dos seus cônjuges também nesse quesito.

30 de outubro de 2011

O poder a quem de direito



Por várias e várias vezes fui procurada por amados filhos do Pai com uma dúvida recorrente: é possível que algo que alguém tenha dito, ou melhor, "maldito" tenha alguma influência sobre minha vida? Em que medida alguma maldição lançada sobre mim tem efeito? Praga pega?
Sobre esse tema, compartilho primeiramente um vídeo com uma explicação excelente do Pe. Fábio de Melo que, em menos de 7 minutos esclarece tudo com a eloquência que lhe é peculiar. Vale a pena assistir:


Gostei muito também da resposta de Dom Estevão Bettercourt a uma moça que estava passando uma fase ruim e que não entendia tudo o que estava passando. Leia acessando o link abaixo:


Para completar a ideia, esse texto explica muito bem a dinâmica bênção/ maldição fundamentada na Bíblia:



Meu irmão, minha irmã, como de costume serei franca e direta. Faço isso apoiada na Palavra e crendo que a verdade tem o poder de libertar por que Cristo me atesta isso (Jo 8, 32) e Ele é digno de fé. 
Aquele que desconfia que alguma maldição está atuando em sua vida fechou o cadeado de suas próprias correntes. Quando se desconfia que uma praga foi lançada em sua vida e se considera que aquelas palavras tem poder sobre si, a necessidade de libertação é urgente!